As perguntas que toda mulher deve fazer a si mesma (parte 3 de 4)

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Devemos fazer um auto questionamento de tempos em tempos - não só ajuda a chegar aos resultados desejados como a aproveitar melhor do caminho.

Seguimos em frente:

Como quero ser LEMBRADA?

Pelo estilo, pelo caráter, pelo talento, pela simplicidade, pelo humor ou por ser reclamona, raivosa, esnobe, dramática? O olhar alheio ajuda a mostrar se nossas atitudes são coerentes com nossos reais desejos ou se há comportamentos que deveriam ser transformados ou mais cultivados ainda. Por que faço o que eu faço? Se restassem apenas seis meses de vida, manteria tudo igual ao que é hoje? Como será que um amigo, um familiar, um colega de trabalho ressaltaria o que vê em você num discurso?


Lido bem com MUDANÇAS?

É preciso distinguir o que é problema do que é chateação. Um diagnóstico de uma doença grave é um problema, o que exigirá coragem e apoio. Já a batidinha de carro é só um aborrecimento sem importância. Dramatizar demais é perda de energia. Encare o que está por vir. Mudar implica em sair de certas zonas de conforto e desmanchar velhos jeitos de se encaixar aos ritmos da vida.


Gosto do que vejo NO ESPELHO diariamente?

A real fonte da autoestima é ser, e não apenas parecer. Isso quer dizer que você tem que descobrir não só o que você gosta de verdade no seu corpo e no seu rosto com o que a mobiliza e faz sua vida realmente valer a pena. Cultivar a aceitação é o primeiro passo para sair da armadilha.


Quais os meus maiores MEDOS?

Detectá-los faz ganhar coragem. É importante separar os medos que estagnam daquele frio na barriga. Em vez de fugir, enfrente os fantasmas. Refletir sobre as de determinado medo, as ações possíveis para superá-lo e quanto atrapalha sua vida. Vale a pena diferenciar o que é medo coletivo – temor da violência urbana ou exclusão social, por exemplo – do que é medo individual. Se necessário, busque ajuda profissional.


Sou FORTE o suficiente para viver a vida plenamente?

Muitas pessoas temem não aguentar a perda de um ente querido, mas, quando ocorre, são capazes de enfrentar e superar o luto. Outras, diante de uma ameaça, fazem coisas impensáveis. Há um certo tipo de força que pode ser cultivada no dia a dia, conforme os objetivos traçados, mas há outras que só descobrimos diante de grandes adversidades. Coloque duas certezas na cabeça e apenas confie:

1) por mais que se tome todas as precauções, não dá para controlar tudo

2) quando for preciso, sua cota de resistência e coragem brotará naturalmente.


 ...continue acompanhando no blog novos posts.

(inspirada na matéria de Liliane Oraggio para a Revista Claudia em julho/2014)