As perguntas que toda mulher deve fazer a si mesma (parte 4 de 4)

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Esses questionamentos valem como um check up emocional. Seja sincera com você mesma e não se auto sabote.

Vamos às últimas questões?


Sei ouvir CRÍTICAS?

Se forem construtivas, saídas de conversas no trabalho, em família e entre amigos, as criticas podem ajudar a melhorar o desempenho, apurar raciocínios e opiniões, aprimorar valores. Mas elas pedem um tempo para digestão. Às vezes, nem depois de cumprida essa etapa conseguimos engolir a conversa de quem aponta nossas falhas e defeitos. A melhor forma de lidar com isso é conhecer bem os próprios pontos fortes e fracos. A perfeição não existe. Avalie suas atitudes, veja como contribuiu de verdade para a situação, dê a si mesma um tempo para relativizar.


Sei escutar com tranquilidade ELOGIOS?

Será que me sinto merecedora dos aspectos positivos da minha vida? Como vai o meu nível de auto depreciação? Considerar-se uma pessoa digna de elogios é um ponto muito positivo. Se eles incomodam ou provocam respostas depreciativas de sua parte, vale investigar se é por falsa modéstia ou porque teme despertar a inveja alheia. Vivemos em uma sociedade da crítica e, até por falta de hábito, perdemos muitas chances de alimentar a alma saboreando um elogio sincero.


Minha vida inclui doses de HUMOR e PACIÊNCIA?

O humor é antídoto contra caretice e a chatice e nos faz ser boa companhia até para nós mesmos. Já a paciência é a compreensão do que pode ser feito dentro dos limites de cada situação. Avalie se não anda engolindo sapos demais. Talvez seja a hora de parar de agradar tanto e entrar em contato com sua raiva, inveja, ciúme e outros sentimentos menos nobres que são parte de nós. Com humor e paciência, fica mais fácil entender que a vida é feita de ciclos, tudo acontece passo a passo, um dia após o outro.


Estou APROVEITANDO bem minha fase atual?

Como vai a capacidade de viver o presente da melhor maneira possível, sem se fixar no que está por vir ou no que já passou. Cada fase da vida tem coisas boas a oferecer e somos nós que decidimos se estamos ou não aptos a desfrutar aquele momento. Podemos escolher como queremos ser e viver a toda hora.


Minha vida está no RUMO certo?

Depois de ter refletido sobre as questões acima, é hora de saber se o que você está fazendo hoje da vida a deixa mais perto ou mais distante do que quer. Se está mais longe, pense em mudar de rumo, mesmo que isso implique não seguir a direção atual. Avalie se sua vida está bem temperada como emoção, amor, desafio, trocas enriquecedoras, tudo de bom e significativo. Sentir-se no rumo certo não é apenas ticar conquistas. A presença da alegria no cotidiano é sinal de que isso está acontecendo.


Enjoy your life!

(inspirada na matéria de Liliane Oraggio para a Revista Claudia em julho/2014)