As perguntas que toda mulher deve fazer a si mesma (parte 2 de 4)

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Não foque só nos erros - lembre-se dos acertos e das vitórias. Apreciar os pontos positivos, aceitar as falhas como parte do aprendizado

Vamos continuar?


Estou pronta para aceitar novos DESAFIOS?

A disposição para encarar o inusitado é um termômetro que mede como anda sua curiosidade, algo essencial para manter a mente desperta e a vitalidade em alta. Há momentos em que precisamos insistir numa só coisa para que ela possa florescer e completar o seu ciclo. É essencial inventar sempre novas metas íntimas, e não só responder aos que a cultura deseja de nós.


Sou capaz de dizer SIM e NÃO sempre que é preciso?

Essa é uma questão e equilíbrio, pois o medo de dizer ’não’ para os outros leva a falar muito menos ‘sim’ para si mesma. Pare e reflita se você está constantemente se apertando para caber nos ambientes por onde circula ou está sempre expandindo seus limites para agradar. Ficar mudando o tempo inteiro de parceiro, de trabalho, de amizades pode indicar que está dizendo ‘sim’ demais para si mesma sem olhar o coletivo.


Consigo me VIRAR SOZINHA quando é necessário?

Saber se virar sozinha tem tudo a ver com possuir referências internas e acreditar ser uma pessoa confiável para si mesma. O auge da independência é reconhecer que a interdependência existe – que ninguém vive só, mas saber que você conta para valer é consigo própria e assumir as responsabilidades nas relações e nos lugares onde atua. Esse tipo de postura liberta de ficar esperando alguém salvá-la. O excesso de autossuficiência é desfavorável, pois saber pedir ajuda para as pessoas certas também faz parte do ‘saber se virar’.


Lido bem com meus ERROS?

Ficar preso ao que deu errado com o olhar fixado apenas nas próprias falhas ou nos deslizes dos outros, pode impedir de seguir adiante e barrar novas experiências. O perfeccionismo e a auto exigência excessiva geram tensões extras que, a longo prazo, podem resultar em níveis elevados de estresse – e geralmente, leva a cometer mais erros, atrasa tarefas e até paralisa.


Eu me preocupo muito com OS OUTROS?

Com as redes sociais, cresce a tendência de achar que o gramado do vizinho sempre é mais verde. Isso destrói a autoestima e gera insatisfação por coisas que nem queremos de fato. Diferencie admiração de comparação. Admirar é ver o que a pessoa tem de bom e aprender com ela. Comparar até envolve reconhecer os próprios defeitos, mas também busca o pior no outro. Isso causa mal-estar e dispersa do foco. Não devemos nos deixar levar pela opinião alheira, tentando parecer o que não somos.


 ...continue acompanhando no blog novos posts.

(inspirada na matéria de Liliane Oraggio para a Revista Claudia em julho/2014)