As perguntas que toda mulher deve fazer a si mesma (parte 1 de 4)

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Esse é um exercício prazeroso para gerar insights, entretanto as respostas são pessoais e intransferíveis. Não é uma lista para ficar “ticando”. Se surgir um dilema sem resposta imediata, pare e retome a questão um tempo depois.

Vamos lá?

Faço AUTORREFLEXÕES constantes e suficientes? 
A prática de desacelerar e criar as chances para pensar a respeito de projetos ou acontecimentos é essencial para fazer escolhas mais conscientes. Esse é um momento para enxergar vários os vários lados de uma mesma questão; e ter equilíbrio é fundamental! Veja se você não está sendo egoísta ou generosa demais. Não seja tão racional e nem tão emocional.


Sei PERDOAR os outros e a mim mesma?
Acumular mágoas, rancores e arrependimentos é um grande impedimento para seguir em frente. É importante transformar essas emoções, buscando uma nova solução para o conflito. Para perdoar com a cabeça e o coração, é necessário estar disposto para falar e pensar sobre o que aconteceu. O perdão completo só se dá quando todas as defesas se derretem. 


Tenho me dedicado às COISAS SIMPLES da vida?
Conversar com as crianças, cuidar das plantas, contemplar o céu e ouvir o canto de um pássaro são jeitos fáceis de brecar a loucura diária e reconectar com o momento presente. Vale qualquer atividade que fuja das obrigações diárias e exija apenas estar ali desfrutando o agora. Mesmo no meio do trânsito, perceber uma flor no meio do caminho nos lembra de crescer e amadurecer e de quanta correria pode ser dispensável. 


Estou na CARREIRA mais adequada para mim?
O principal é avaliar os ganhos que sua vida lhe traz. Pergunte-se: ‘Ela me acrescenta algo que valorizo, não importando o dinheiro, o status, o reconhecimento ou a sensação de dever cumprido? ’ Se sim, ok. Se não é o caso, veja se rumo profissional tomado combina com a sua vida hoje. A escolha feita há anos pode estar precisando de uma atualização. O que é sucesso para você? Você está à vontade e feliz com todos os papéis que desempenha (mãe, mulher, profissional)? Novos desafios trazem ânimo e não sofrimento? As relações do escritório te fazem bem? Você se sente parte do processo dentro da empresa?


Sinto-me convicta de que estou com o PARCEIRO CERTO?
A relação vai bem se:
•    É possível ficar em silêncio do lado do outro sem ter de representar?
•    Existe boa dose de amizade e sempre há o que compartilhar?
•    O sexo inclui atenção e carinho e me satisfaz?
•    Há desejo de estar juntos e as diferenças são respeitadas e até mantidas como uma graça do relacionamento?
Não tire conclusões apressadas: nem sempre trocar de parceiro é a solução.


...continue acompanhando no blog novos posts. 

(inspirada na matéria de Liliane Oraggio para a Revista Claudia em julho/2014)